O facilitador solicita ao participantes que formem um semicírculo de frente para si.
Etapa I:
O facilitador desafia o grupo a responder, com prontidão, às orientações da "torre de comando", informando que ele é quem irá passar as orientações mediante 4 sinais distintos, através dos quais os participantes agirão de forma diferenciada:
- 1 palma: deslocar-se pela sala, usando somente um pé e movimentando os braços para cima;
- 2 palmas: sentar-se no chão;
- 3 palmas: caminhar segurando o joelho;
- 1 apito: formar um círculo.
O facilitador realiza um rápido teste a fim de verificar se todos compreenderam os comandos. A seguir, inicia os comandos efetivamente alternando-os e eliminando aqueles que responderem de forma incorreta.
Etapa II:
Solicita-se alguns voluntários os quais deverão criar novas formas de comando e conduzir a atividade. O facilitador coloca à disposição dos voluntários uma caixa com alguns objetos intermediários (panos, chapéus, fitas) que poderão ser utilizados para as novas formas de comando. Pede-se que, um por vez, cada voluntário comande a "torre de controle" por no máximo 5 minutos.
Ao final o facilitador abre espaço para comentários indagando aos participantes sobre os sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que eles julgarem importantes, relacionando a atividade à necessidade da prontidão para responder ás demandas diárias na função.