O facilitador convida o grupo a participar de uma brincadeira pedindo a um voluntário que fique fora da sala algum tempo. Enquanto isso, explica que o voluntário terá que descobrir quem é o "doido" do grupo.
Para confundi-lo, toda vez que o voluntário fizer a pergunta: “quem é o doido?”, todos se levantarão e farão gestos que demonstrem loucura. Ele terá três chances de adivinhar quem é o verdadeiro "doido" do grupo.
Na terceira chance, ele vai acertar impreterivelmente, não importa quem escolha, pois isso já fica acertado com o grupo. Pergunta-se ao voluntário qual foi a maneira de ele ter acertado, quais os indícios que o levaram a adivinhar.
O facilitador convida o grupo para outra rodada. Desta vez, porém, a ordem é que, na terceira vez que o voluntário perguntar, ninguém vai fazer gesto nenhum. Acontece que o voluntário que foi da primeira vez não sabe de nada, já que isto também foi combinado na primeira rodada, enquanto ele estava fora da sala.
Conclusão: quando o segundo voluntário perguntar pela terceira vez, só ele se levantará e fará gestos de "maluco".
Agradecer a coragem do voluntário e ressaltar que essa técnica reforça o sentimento de equipe.