O grupo deve ser dividido em subgrupos de 6 a 8 participantes.
I. O facilitador introduz a dinâmica e apresenta os objetivos.
II. Conduz-se uma chuva de idéias para formar uma lista de situações típicas de tensão (aproximadamente 10 minutos).
III. Conversa-se um pouco a fim de definir assertividade e apresenta apresenta-se algumas orientações específicas para a formulação de respostas assertivas.
IV. Distribui-se lápis e papel para que cada participante registre uma situação real ou hipotética que produza tensão e que eles gostaria de praticar para obter uma resposta adequada. Acrescenta-se que cada participante também deverá anotar uma resposta assertiva que gostaria que fosse capas de obter na situação que descreveu. Dá-se um tempo de 10 minutos.
V. Os participantes formam pares para compartilhar o que cada um escreveu.
VI. Pede-se que os pares formem então grupos de 4 a 6 participantes
VII. O facilitador diz que cada um dos participantes de cada grupo vai voluntariamente compartilhar sua situação e lhe será pedido que responda aos membros de seu grupo.
VIII. O facilitador diz aos membros de cada grupo que se formem em uma fila e em frente ao voluntário e seu respectivo par. Explica que essas pessoas actuarão como "disputadores" para criar uma situação tensa. A pessoa da esquerda é designada como o "disputador suave" e os papeis vão aumentando da esquerda para a direita de tal forma que o membro da direita servirá como o "disputador mais severo".
IX. O facilitador explica os papeis (voluntário, companheiro e disputadores) que vão ser representados pelos membros do grupo:
1. O voluntário vai relatar a situação de tensão que havia descrito. Logo responderá a cada disputador por vez. Deverá fazê-lo com a resposta assertiva que havia exporto e que gostaria de ser capaz de dar.
2. O companheiro do voluntário vai se assegurar de que o voluntário entende a situação e apoiá-lo em sugerir respostas específicas e assertivas como seja possível. Ele acompanha o voluntário no seguinte: a) assegura-se de que os disputadores se apeguem as orientações que lhe foram dadas; b) oferece apoio, por meio de sua presença, ao voluntário; c) solicita retroalimentação positiva por parte dos membros do grupo ou sobre execuão dos voluntários depois de cada novo disputador que lhes tenha enfrentado; d) consulta-se com o voluntário seguindo cada solicitação de retroalimentação, para uma melhor resposta até o seguinte disputador, o voluntário poderá ou não improvisar sua resposta.
3. Cada disputador vai desempenhar um papel de antagonista na situação descrita pelo voluntáiro e vai permanecer fiel àquela situação sem aumentá-la ou adaptá-la. Cada disputador vai caracterizar o papel com o grau de intensidade que lhe foi passado (suave ou severo). Os disputadores "suaves" podem fazer uma pergunta ou declaracão, e aí se continua. (Os disputadores que se encontram na posição mais à direita são advertidos que não pisputem de forma definitiva.) Finalmente, todos os disputadores têm que assegurar uma boa experiência para o voluntário, permitindo-o perseguir e desejar cada encontro.
X. Se leva a fim então toda a caracterização (aproximadamente vinte minutos).
XI. Os membros de cada grupo discutem a atividade focando nos pontos que ajudaram ou bloquearam o voluntário no momento de dar respostas assertivas e em que grau as experiencias fizeram com fossem apliadas a sua confiança e suas aptidões para comunicar respostas.
XII. Os passos X a XI se repetem com os outros voluntários, se puder-se contar com tempo suficiente.
XIII. O facilitador guia um processo para que o grupo analize como se pode aplicar o que foi aprendido em sua vida.