O participantes formam um circulo, onde o facilitador os numera como 1, 2, 1,
2.... alternadamente. Aqueles que forem número 2 formam um circulo mais interno
ao original. Os número 1 continuam no circulo original.
Formar-se-ão desta forma dois círculos, um dentro
do outro. Pede-se então que número 2 (círculo interno) dêem um passo à direita,
posicionando-se na frente de um colega do círculo externo. Cara um terá o seu
par correspondente no círculo interno e vice-versa. Caso o número de
participantes seja ímpar, dois do círculo interno ou externo, formarão um trio
com o que estiver no outro círculo.
Ao dar-se um apito todos os parcipantes do
círculo externo irão começar a andar rapidamente no sentido horário equanto que
os do círculo interno andarão no sentido anti-horário. O ideal é que o espaço
dentro do círculo interno seja grande (pelo menos uns 3 metros de diâmetro). Ao
soar-se outro apito os participantes deverão correr na direção do seu amigo
(aquele que estava à sua frente ou atrás de si), abraça-lo fortemente e
agacharem-se (de cócoras). Se forem em número ímpar, haverá um trio se abraçando
e agachando também.
Normalmente se forma uma confusào após o segundo
apito, com trombadas e corre corre. Obviamente, enquanto giram todos ficaram de
olho no seu amigo do outro círculo mas, o facilitador, para complicar, dará o
apito, na maioria das vezes, quando os pares estiverem o mais opostos possíveis
dentro dos círculos.
De três a quatro rodadas é o suficiente para
animar o grupo e não perder a graça da dinâmica.
Ao final, caso seja pertinente, pode-se conduzir
uma discussão sobre a amizade, a distância da vida moderna, etc.