O facilitador solicita aos participantes que formem um círculo com todos em pé. Se houverem cadeiras o ideal é pedir que elas sejam afastadas a fim de que ninguém esbarre nas mesmas.
O facilitador dá uma das bolinhas para um dos participantes, escolhido ao acaso, e pede para que este arremesse-a para outro jogador. Ao arremessar a bolinha o participante deverá dizer "isto não é meu". Aquele que receber a bolinha deverá passá-la imediatamente adiante, dizendo a mesma coisa e , assim, sucessivamente. Aos poucos o facilitador irá incluir, aos poucos, as demais bolinhas no jogo.
Conforme o jogo prossegue haverá um determinado momento em que estarão em jogo as dez bolinhas, sendo lançadas por diferentes pessoas que estarão falando “isto não é meu”.
No clímax da dinâmica, provavelmente, estará ocorrendo uma "guerra": alguns se manterão afastados, outros começarão a segurar as bolinhas para si, outros jogarão a bolinha de qualquer maneira, sem foco preciso.
Questões para discussão:
- Que sentimentos surgiram enquanto vocês jogavam?
- Imaginem que as bolinhas representassem problemas. Como as pessoas lidam com os problemas na empresa ou em sua vida? Da mesma maneira?
- Quando surge um problema num departamento/empresa ou em sua vida, de quem é o problema?
- Como vocês avaliam a seguinte afirmação : O problema de um é o problema de todos.
- O que este tipo de visão acarreta?
- É possível almejar a melhoria contínua sem o comprometimento das pessoas?