O facilitador pede ao grupo que forme um círculo de forma que todos fiquem se tocando ombro a ombro.
A fim de misturar os participantes convém promover uma troca de lugares, por exemplo, contando até 3 e dizendo que ninguém deve permanecer onde estava.
O facilitador deve observar se não existe nenhum caso de pessoa muito frágil ou doente ao lado de alguém muito obeso ou alto, homogeneizando o grupo.
Pede-se então que o circulo seja ainda mais reduzido, formando uma cadeia com as pessoas viradas de lado, uma atrás da outra, ainda em círculo.
O círculo deve ser apertado de forma que o peito de cada um esteja tocando as costas do colega da frente.
Desafia-se então o grupo a sentarem ao mesmo tempo no joelho do colega de trás. Para isso o colega de trás deverá apoiar o colega da frente pela cintura, a fim de evitar a sua queda. O grupo só será bem sucedido se todos fizerem os movimentos ao mesmo tempo, de forma harmoniosa. Se um cair, todos caem.
Promove-se tantas tentativas quantas vezes forem necessárias, até que o grupo consiga.
Quando o objetivo for atingido pedi-se que todos ergam as mãos devagar, como comemoração pela vitória, e depois segurem novamente a cintura do colega da frente para que todos levantem também a um só movimento.
Após a dinâmica o facilitador promove uma discussão dirigida sobre o resultado atingido e sobre como se desenvolveu a atividade, podendo colocar questões como:
- Foi fácil confiar no apoio do colega de trás?
- Qual a segurança que demos ao colega da frente?
- Sem confiança mútua poderíamos atingir esse objetivo?
O facilitador pode ainda fazer um paralelo com a realidade do dia a dia do trabalho, casa, escola, comunidade, etc.