O facilitador pede que se forme um círculo. Com o círculo formado, chama a atenção do grupo para o fato de que todos estão voltados para dentro, discutindo isso com o grupo e relacionando com a instrospeção humana.
Em seguida, o facilitador propõe um desafio: sem soltar as mãos, ou seja, com a mesma formação, criar uma forma de que todos se voltem para fora, de modo que todos estejam olhando para o ambiente externo.
O facilitador deve propiciar ao grupo a manifestação dos seus sentimentos, buscando, em seguida, analisar o desenvolvimento da atividade e, por último, correlacionar com o nosso contexto de trabalho.