Os participantes ficam sentados formando um círculo. O
facilitador, que será o "diretor" da alfândega, informa que o objetivo é
passar por uma alfândega com "algo". Este "algo" determinará se poderão
passar ou não.
O diretor irá previamente convencionar que só passarã pela
alfândega, por exemplo, quem levar algo cuja letra inicial seja igual à letra
inicial do nome de quem tenta passar. Ninguém mais saberá disto a não ser, se
for o caso, outro facilitador que esteja auxiliando-o ou um veterano que já
conheça a dinâmica.
O primeiro participante à esquerda do diretor diz: "Bom dia,
sou fulano e quero passar por aqui".
O diretor irá perguntar: "o que você traz?"
O participante irá responde e, dependendo de sua respostas o
diretor irá dizer: "você pode passar" ou "você não pode passar".
Os demais participantes tentarão adivinhar qual é a senha,
sem revelá-la aos demais mas usando-a para si quando chegar sua vez.
Quem descobre a senha continua participando, pasando pela
alfândega a cada rodada.
Podem-se utilizar outras senha como por exemplo: a última
letra do nome, objetos de couro, peças do vestuário do colega à direita, uma
peça feminina, derivados do leite etc. Em uma mesma dinâmica não se deve trocar
o tipo de senha pois irá causar confusão e quebrar a lógica dos participantes
que tentam devendá-la.
O facilitador deve ficar atendo para que, caso alguém já
tenha participado da dinâmica, não contamine propositalmente os demais. Após um
tempo pode-se facilitar as respostas dando dicas aos participantes de forma que
todos consigam passar pela alfândega.
Uma variante interessante desta dinâmica é colocar uma
quantidade grande de objetos diversos e, cada participante pega um deles, à sua
escolha, e tenta passar pela alfândega. Não conseguindo, devolve o objeto à
pilha.