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A Mulher do Caixeiro Viajante

Desenrolar

O facilitador irá distribuir o texto abaixo para os participantes. Se o grupo for muito grande este poderá ser dividido em duas equipes. Os participantes deverão ler o texto recebido com calma e, em seguida, iniciar uma discussão a respeito de quem seria o responsável pela morte da mulher. (...)

O facilitador irá distribuir o texto abaixo para os participantes. Se o grupo for muito grande este poderá ser dividido em duas equipes.

Os participantes deverão ler o texto recebido com calma e, em seguida, iniciar uma discussão a respeito de quem seria o responsável pela morte da mulher.

O facilitador pode, opcionalmente, introduzir (a qualquer tempo) o conceito de que não existe uma só verdade ou uma única definição correta, estimulando os participantes a discutirem sobre suas opinições a respeito do caso.

Também pode-se estimular uma discussão posterior a respeito dos valores, conceitos morais, espirituais, materiais e sociais em jogo.

Durante a dinâmica o facilitador deve observar os particiapntes quanto à: argumentação, reação às opinições contrárias, raciocínio coerente e lógica.

Texto:

"A história da Mulher do Caixeiro-Viajante. Era uma vez um caixeiro-viajante que, por conta do seu trabalho, passava vários dias e até meses fora de casa. Por esse motivo sua mulher sentia-se muito solitária. Um dia, chegou à cidade um visitante que já conhecia a mulher do caixeiro-viajante e a convidou para sair. Uma vez que o marido era muito ciumento, a mulher relutou em aceitar o convite do amigo, porém, sem seguida, saiu com ele. Entraram num barco, atravessaram o rio que cortava o lugarejo e foram para um lugar conversar. Durante algum tempo, conversaram bastante e, quando ela percebeu, já era tarde e perto da hora do marido chegar. Atordoada, saiu às pressas e, na margem do rio, deu-se conta de que não dispunha de dinheiro para pagar a passagem de volta. Explicou o problema ao moço do barco e este não fez nenhum acordo no sentido de transporta-la. Sobre o rio havia uma ponte. Bem no meio da ponte, vivia um doido que atirava, rio abaixo, as pessoas que por ali passavam. Não tendo outra alternativa, a mulher resolveu atravessar a ponte e o doido atirou rio abaixo. Daí, ela morreu."

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Emerson Franco

Consultoria em segurança do trabalho para contribuir com a evolução da cultura prevencionista das empresas.