Desenvolver a auto-confiança, resiliência e o relacionamento interpessoal, trabalhando ao mesmo tempo a resistência à mudanças.
O facilitador irá dividir o grupo em duas equipes: A e B. A equipe A irá formar um círculo, que representará a jaula, mantendo-se cada um uma distância de aproximadamente um braço do outro.
A equipe B irá representar os animais, circulando livremente pelo local e, obrigatoriamente, entrando e saindo da jaula por seus espaços.
A dinâmica inicia-se com um sinal do facilitador, quando então os animais começarão a circular conforme descrito acima. A um novo sinal do facilitador os participantes da equipe A deverão dar as mãos, fechando assim a jaula e prendendo aqueles da equipe B (os "animais") que porventura estejam dentro desta.
Aqueles da equipe B que forem presos passarão a fazer parte da jaula e a dinâmica é reiniciada da mesma forma, terminando apenas quando todos os "animais" ficarem presos.
Ao término o facilitador irá colocar as seguintes questões para discussão do grupo:
- Como foi participar da atividade?
- O que sentiram durante a realização da atividade?
- Como foi fazer parte da jaula e como foi capturar os demais?
- Qual a sensação de ser preso e obrigado a transformar-se em jaula?
- Que relação esta dinâmica tem com o dia-a-dia nas empresas?
O facilitador ainda pode fazer um paralelo pedindo que os participantes imaginem que as grades que compunham a jaula são situações que
acontecem na empresa e que não controlamos indagando ao grupo:
- Como reajo ao ser "aprisionado" por essas situações?
- Quais ações executo para resolvê-las?
- Quais deveria executar?
Sugere-se que o facilitador observe a capacidade de realização dos participantes e se alguns deles possuem resistência em trabalhar sob limites (na "jaula").