Antes de iniciar a dinâmica o facilitador irá comentar com o grupo que existem inúmeras situações que nos ferem ao longo da nossa vida profissional, colocando, ao mesmo tempo, uma música de fundo a fim de permitir que venha a tona as lembranças de nossos dissabores profissionais. O facilitador entregará, a cada participante, um quadrado recortado em papel verde (ou marrom), pedindo que cada um registre nele as lembranças mais amargas de sua experiência profissional. Deve-se deixar que o grupo processe calmamente esse momento.
Em seguida o facilitador irá comentar também sobre as experiências positivas, das esperanças cultivadas, e que se constituem na força motora que nos faz levantar e prosseguir sempre. Nesse momento sugere-se usar música instrumental um pouco mais alegre. Durante este momento o facilitador entregará um quadrado recortado em papel vermelho, e pedirá que cada um registre nele as lembranças felizes ou os sentimentos positivos.
Após estes dois momentos o facilitador pedirá que cada um faça um canudinho bem fino com o papel verde e, através de dobradura (ao meio duas vezes, abrindo as pétalas), uma flor com o papel vermelho. Apertando-se então os vértices do vermelho cada um irá fazer uma ponta que possa ser introduzida no canudinho verde.
Feita a dobradura o facilitador irá comentar que, as alegrias e esperanças são a flor; que os dissabores são os espinhos do caule verde. Que toda flor possui espinhos mas os espinhos são a base de sustentação para a flor.
Ao final o facilitador poderá sugerir que cada um compartilhe com um dos colegas sua reflexão. Nesse momento, se alguém quiser, poderá trocar sua flor com outro colega, buscando nestes uma forma de amenizar os espinhos, reforçando assim as flores.